Dan Radcliffe fala sobre "Cursed Child" e "Truque de Mestre"


Recentemente, o inquier.net se sentou para conversar com Daniel Radcliffe sobre a peça "Cursed Child", magia e sua carreira de ator até agora. Nesses últimos tempos, Dan estrelou "Swiss Man Army" (veja o trailer aqui) e Victor Frankenstein (veja o trailer aqui) e em breve estará no "Truque de Mestre: O Segundo Ato" (veja o trailer aqui).

Neste lançamento, ela interpretará Mabry, um rico empresário, mágico que capturou os Horsemen (Jesse Einsenberg, Woody Harrelson, Dave Franco e Lizzy Caplan).

Também perguntaram se ele irá ver "Cursed Child" no teatro:
Eu não sei se deveria porque eu sinto que indo ver a peça pode se tornar mais sobre o fato de eu estar lá do que outra coisa.
Em um momento, o Inquier comentou se seria possível de se infiltrar no show alegando que ele fazia parte. Dan respondeu:
Você realmente acha que isso é possível? (risos) Não, não faria isso. Mas eu sei que Jamie Parker está interpretando Harry, o que me faz muito feliz, pois ele é um grande ator.
Dan também falou que não vê muito mais Rupert Grint, mas disse que o viu "no início do ano ou no final do ano passado."

Sobre trabalhar com Michael Caine:
Quando se cresce na Inglaterra... ele é alguém que você está ciente do trabalho que realiza. Ele é tudo que eu quero ser quando crescer como ator. 
Quando comecei a trabalhar em "Harry Potter" tinham algumas pessoas que conheciam Michael e que tinham trabalhado com ele em vários projetos. Escutá-los falando sobre Michael e o respeito que apresentavam com ele me fez, um jovem ator, parar e pensar: Deus, eu quero fazer isso! 
Quando você trabalha com ele vê que ele é totalmente profissional e divertido. Ele curte muito o emprego que tem. Eu também amo meu trabalho e fico pensando: se você não ama seu trabalho, não deveria estar lá! Mas assistir Michael, que eu acho que está nos seus 80 anos, atuar até quatro da manhã no frio e nublado céu da Inglaterra e ainda estar lá... Muitos atores estariam reclamando e gemendo, Michael é imperturbável e, mesmo com tudo isso, ele ainda está tendo um bom dia, contando histórias, brincando e rindo. Ele sabe o nome de todos. 
Foi um prazer estar ao lado dele, vê-lo trabalhar e trabalhar junto a ele, Foi extraordinário! Sempre que eu preciso de um empurrou vou na página IMDb dele.
Sobre "Swiss Man Army" e suas complexidades:
Eu não vou ficar longe de papéis românticos/comédia. Eu acho que é realmente mais difícil escrever algo feliz do que escrever algo escuro e triste. Há um monte de diferentes versões da escuridão que são bastante interessantes, é mais difícil fazer a felicidade na tela interessante por vários motivos.
"Swiss Man Army" soa como um personagem sombrio porque eu estou atuando como uma pessoa morta. O filme tem seus momentos escuros, mas tem também muita leveza e alegria. Para mim, esse filme é sobre alegria. Não é uma comédia romântica tradicional, mas definitivamente tem alguma leveza nele.
Leia a entrevista completa em inglês aqui

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