O mundo mágico de J.K. Rowling continua vivo


Acabei de ler o roteiro de ensaio de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. E não foi fácil ler a palavra “FIM” mais uma vez. OK, não é a mesma coisa. A história – em minha opinião – não chega aos pés do que já conhecíamos de Harry Potter. Mas ler um episódio inédito da saga que mudou a minha vida 9 anos depois de ler Relíquias da Morte pela primeira vez mexeu comigo.

Eu pude, mais uma vez, mergulhar no já familiar mundo mágico criado por J.K. Rowling. Mais uma vez eu tive a oportunidade de me desligar do mundo externo e voltar minha imaginação à criação de cenas incríveis. Eu vivi diálogos intensos, sorri outra vez com as besteiras do Rony, vibrei com a genialidade da Hermione, me compadeci com as dificuldades enfrentadas pelo Harry, me surpreendi com as ações do Draco e me apaixonei incondicionalmente pela linda amizade entre Alvo Severo Potter e Escórpio Malfoy.

Pela oitava vez eu vaguei pelos corredores de Hogwarts, me aqueci em salões comunais, vivi o peso do passado em Godric’s Hollow e até mesmo tomei umas doses de uísque de fogo no Caldeirão Furado. Junto com meus personagens preferidos eu compartilhei segredos e confissões em salas fechadas do Ministério da Magia e conheci melhor alguns deles tantos anos depois daquele “tudo estava bem”.

O que eu quero que vocês saibam, caros leitores, é que a magia não acabou. O universo mágico ainda vive e continuará vivo até que o último coração potterhead pare de bater.

Foi excitante reviver tudo isso. É excitante formar novas opiniões sobre novos personagens, novas situações. A história me envolveu e me emocionou de verdade. Repito MINHA opinião: não chega aos pés das sete primeiras histórias, mas é Harry Potter. Isso tem um peso enorme e eu agradeço infinitamente por Jack Thorne e J.K. Rowling terem possibilitado essa experiência maravilhosa outra vez, e por alimentarem ainda mais a chama da magia que existe em meu coração. Obrigado, Harry!
0 Responses